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RASO COMO O CHÃO
18 FEV 2018
Nova Versão
Uma criação de João de Sousa Cardoso
com Ana Deus

Depois da estreia no Teatro Nacional São João, em 2012, João de Sousa Cardoso regressa ao espetáculo Raso como o Chão numa recriação específica para o Museu de Serralves. A partir do arsenal de formas enigmáticas de Álvaro Lapa (1939-2006) que legou uma obra onde o quotidiano, a escrita e a pintura se cruzam, numa pluralidade de referências filosóficas e literárias, João de Sousa Cardoso desvia para o palco Raso como o Chão (1977), aventurando-se numa conversa com o artista que foi seu professor. O espetáculo para uma cantora, Ana Deus, e um conferencista confronta as formas populares, o movimento da revolução e as comunidades de desejo, numa reflexão política e estética sobre o país hoje e nós, os portugueses vivos. 

Acesso: Mediante aquisição de bilhete com custo de 5€ (2,5€ para Amigos/ estudantes / >65)

Mecenas da Exposição
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  • LocalAuditório de Serralves
  • Horário18h00 - 19h30
  • Dias18 FEV 2018
  • Preço€ 5,00
  • Amigo de Serralves€ 2,50
Doutorado em Ciências Sociais, pela Universidade Paris Descartes (Sorbonne). Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian entre 2006 e 2009. Em 2016, encenou Os Pescadores a partir de Raul Brandão, estreado no Teatro Municipal do Porto. Desenvolveu, em 2015, a criação TEATRO EXPANDIDO! no Teatro Municipal do Porto. Em 2014, criou MIMA-FATÁXA, a partir de Almada Negreiros, coproduzido pelo Maria Matos Teatro Municipal, Teatro Viriato, Centro Cultural Vila Flor, Teatro Municipal da Guarda e Teatro Virgínia. Criou ainda os espetáculos Raso como o Chão (2012) no Teatro Nacional São João, no Porto, A Carbonária (2008), com estreia no Teatro Municipal de Bragança, e O Bobo (2006), com apresentações nas Universidades de Paris 3, Paris 4, Paris 8 e Paris 10 e estreia nacional no Teatro Taborda, em Lisboa. Autor dos filmes Cinema Mudo (2006), estreado no Auditório de Serralves, e 2+2 (2008), estreado no Jeu de Paume, em Paris. Realizou os filmes Baal a partir de Bertolt Brecht (2013), A Ronda da Noite a partir de Heiner Müller (2013) integralmente rodado no Cinema Batalha e A Santa Joana dos Matadouros a partir de Bertolt Brecht (2014) integralmente rodado no antigo Matadouro Industrial do Porto. Artista em residência na Fondazione Pistoletto (Itália), em 2002, e em Expédition – Plateforme Européenne d’Échanges Artistiques, a convite dos Laboratoires d’Aubervilliers, nas cidades de Amesterdão, Viena e Paris, entre 2007 e 2008. Integrou a exposição Às Artes, Cidadãos!, no Museu de Serralves, em 2010. Assinou a direção artística de Almada, Um Nome de Guerra/Nós Não Estamos Algures, a partir do mixed-media de Ernesto de Sousa dedicado a Almada Negreiros, no Museu de Serralves em 2012. 

Realizou, com André Sousa, o filme Na Selva das Cidades, rodado em São Paulo (Brasil), produzido por Oficina Cultural Oswald de Andrade e Casa do Povo em 2016. E em 2017 a exposição Breviário do Brasil na Oficina Cultural Oswald de Andrade. É professor na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e na Universidade Lusófona. Escreve regularmente crítica e ensaio para várias publicações. 

Canta desde 1987 em bandas pop-rock. Em 1993 inicia com Regina Guimarães e Alexandre Soares o grupo Três Tristes Tigres, editando quatro discos. Juntos montaram o espetáculo Ferida Consentida, a partir de Maria Gabriela Llansol, no Centro Cultural de Belém e no Teatro Municipal Rivoli, em 1998. Em 1999 cria com João Pedro Coimbra a vídeo-performance KitchNet, a partir de textos de Regina Guimarães, com estreia no Teatro Carlos Alberto. Em 2000 participa na Bienal de Roma, como membro do Grand Ensemble de Sarajevo, a partir de uma residência de artistas mediterrânicos em Sarajevo e Mostar. Concebe, com Ana Ulisses, Amarante Abramovici, Gustavo Costa, Henrique Fernandes e Marta Bernardes, o espetáculo Sono, a partir de Ernesto de Melo e Castro, no Auditório de Serralves, em 2006. Com Amarante Abramovici cria a performance Muda, para o Festival Trama em 2007. Em 2008, integra o espetáculo A Carbonária, a partir de Álvaro Lapa. Inicia a participação em Leitura Furiosa em Amiens. Em 2009 participa na mostra Avalanche em Berlim. Em 2010 grava o trabalho Degrau(cuidado) com poesia de Alberto Pimenta, numa edição conjunta com o autor, para a editora Mia Soave. Em 2011 grava o cd Animal sob o nome de Osso Vaidoso, com Alexandre Soares. Em 2012 cria com João Sousa Cardoso o espetáculo Raso como o Chão. Com Osso Vaidoso apresenta-se no Brasil e participa na Virada Cultural de São Paulo. Em final de 2013 apresenta o espetáculo A cidade futura, com Alexandre Soares, a partir de Mário Cesariny, na Fundação Cupertino de Miranda, em Vila Nova de Famalicão. Em 2014 integra MIMA-FATÁXA de João Sousa Cardoso, a partir de Almada Negreiros. Regressa ao Brasil com o projeto Osso Vaidoso, no âmbito do Cineport, festival de cinema de expressão portuguesa, em João Pessoa. Em 2015 edita com Nicolas Tricot o cd Bruta. Em 2017 reativa o grupo Três Tristes Tigres e a convite da Casa Fernando Pessoa, cria, com Luca Argel, Ruído Vário/Canções com Pessoa com edição em livro-cd prevista para 2018.


Direção Artística – João de Sousa Cardoso
Atores – João de Sousa Cardoso | Ana Deus
Luz – Miguel Ângelo Carneiro
Fotografia – Maria Begasse
Produção Executiva – Isalinda Santos
Assistente Produção – Ana Pinto

Apoio: L de Luz


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