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Grupos com Necessidades Especiais

Grupos com Necessidades Especiais
Serralves tem vindo a aprofundar a ligação com instituições vocacionadas para o acompanhamento de grupos com necessidades especiais, através da organização de programas contínuos, com periodicidade semanal ou mensal, permitindo assim a descoberta do património da Fundação.
As propostas são adequadas às características dos grupos, tendo por objetivo despertar atitudes relacionais, desenvolver a autonomia e a capacidade de concretização, sempre em colaboração com os respetivos técnicos.


GALP SE 2018

As oficinas pretendem explorar de uma forma dialogada e dinâmica o património vivo de Serralves - desde a componente natural do Parque aos desafios convocados pelo universo das exposições de arte contemporânea, no Museu. Assim, as propostas interpelam a perceção sensorial e despertam a curiosidade para a experiência e para o contacto com novos temas, materiais e suportes. Formas renovadas de relação com a pintura, o desenho, a expressão corporal, a construção e o contacto com a natureza, serão desenvolvidas em ambiente de permanente participação e afetividade.

Conceção: Alcide Gonçalves, Ana Vieira, Andreia Coutinho, C. Camargo – Oficinas de Artes, Catavento – Projetos Educativos, Constança Amador, Joana Nascimento, Maria João Mata, Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica, Patrícia do Vale, Raquel Sambade, Sofia Santos, Sónia Borges 
Funcionamento: 1h30 duração/número de sessões a definir/acesso gratuito
Lotação: 5 participantes (mínimo)/12 participantes (máximo)

OUTUBRO

À PROCURA NO JARDIM
À descoberta das esculturas de Anish Kapoor escondidas no Jardim de Serralves, pretendemos criar uma relação plástica, performativa e sensorial entre nós, a obra e o jardim. Como será entrar dentro de uma obra? Conseguiremos ouvi-la? Poderemos ver-nos nela?
Orientação: Raquel Sambade, Sónia Borges
Local: Parque

CAIXINHAS VEGETAIS
Inspirados nas árvores notáveis do Parque de Serralves, deixar-nos-emos inspirar pelas suas histórias, monumentalidade, antiguidade e beleza. Faia-de-folhas-vermelhas, cedro-do-Atlas-de-folhas-azuis, sequoia gigante ou a oliveira milenar, qual será a escolhida para uma caixinha vegetal?
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica
Local: Parque e Sala de Formação do Parque

NOVEMBRO

ABRIGO POÉTICO
Transparências, reflexos, cores e diferentes formas, uma escultura viva... Corpos estranhos ou experiência coletiva? Vamos entrar, explorar, esticar, dobrar, transformar, sentir!
Um abrigo coletivo vamos criar, uma construção que se modifica a cada instante pela ação dos nossos corpos em diálogo com o espaço envolvente e com os materiais, num convite ao movimento e à participação coletiva. Iremos explorar objetos sensoriais a partir das propostas da artista Lygia Clark, que procuram induzir experiências visuais e de tato nas quais o participante adquire maior consciência do corpo, da sua relação com outros corpos e objetos e com o espaço.
Orientação: Andreia Coutinho e Patrícia do Vale
Local: Sala do Serviço educativo do Museu

O QUE MEXE COM O VENTO?
Descobrir o que mexe com o vento é o desafio lançado. Uma folha de papel? Uma pedra? Será que nós também voamos com o vento? Vamos desvendar a resposta e ainda criar um objeto colorido para lançar e o observar a voar!
Orientação: Catavento − Projetos Educativos 
Local: Sala de Formação do Parque
DEZEMBRO

BOLACHAS DE ALFAZEMA
Farinha, ovos e açúcar são os ingredientes essenciais de saborosas receitas. Mas nada como uma pitada de imaginação para confecionarmos bolachas e biscoitos com aromas especiais, que vamos recolher na Horta de Serralves.
Orientação: Catavento − Projetos Educativos 
Local: Parque e Sala de Formação do Parque

COLORIR A NEVE
E se a neve fosse colorida? Como seria o inverno, se pudesse ganhar cor? Talvez um pouco mais quente, um pouco mais sorridente, talvez mais acolhedor… Seria, sem dúvida, um inverno diferente. Com "neves” cremosas e fofas, cores alegres e texturas variadas, vamos colorir a "neve” e criar "invernos” bem-dispostos e acolhedores. 
Orientação: C. Camargo – Oficinas de Artes
Local: Sala do Serviço Educativo no Museu

JANEIRO

AVENTURAS ELETRIZANTES 
Explorando os efeitos da eletricidade estática, vamos construir palhinhas que se movem sem tocar, objetos que se agarram sem colar, cabelos que, magicamente, ficam no ar ou robots que pintam sem parar. Por que não terminar com uma pesca magnética ou com concertos musicais originais, onde as teclas são fruta?
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica
Local: Sala de Formação do Parque

PRETO E BRANCO – AZUL E VERMELHO
Como nos vemos? Como tiramos uma selfie? Como posamos para a máquina? 
Nas fotografias da artista Helena Almeida podemos vê-la a preto e branco, mas é ela que escolhe ser fotografada, onde, como e o que comunica com essa imagem, explorando a fotografia na relação com linhas de coser e manchas de tinta ora azuis ora vermelhas.
Nesta oficina vamos explorar os nossos retratos e auto retratos manchados. Como cada um se escolherá fotografar?
Orientação: Raquel Sambade, Sónia Borges
Local: Sala do Serviço Educativo no Museu

FEVEREIRO

HÁ MÚSICA NO PARQUE
Inspirados nos sons da natureza e no canto dos pássaros surgirão sonoridades alternativas. Vamos transformar simples objetos do quotidiano em instrumentos musicais de forma a criar ritmos, batidas e sons. Este será um concerto inigualável!
Orientação: Catavento − Projetos Educativos 
Local: Sala de Formação do Parque

MUSEU ÀS PEÇAS
Numa visita às exposições do Museu de Serralves vamos encontrar as nossas próprias imagens, conversar sobre o que vemos, perceber o que mais gostamos. Será uma cor? Uma janela do museu? Uma figura de uma obra? Cada um vai compor uma peça usando diferentes papéis (transparentes, translúcidos, texturas...) manifestando o seu ponto de vista. Com todas as peças construiremos uma escultura coletiva, que poderá mudar de acordo com o sítio e com a vontade.
Orientação: Raquel Sambade, Sónia Borges
Local: Galerias do Museu

MARÇO

AS EMOÇÕES NAS 4 ESTAÇÕES
Como sabe bem ouvir a chuva lá fora! E no Outono pisar as folhas secas dos plátanos. Há um cheiro especial no ar e parece que tudo recomeça. Como te sentes? Na Primavera, atchim! — uma flor nasce! E se no Verão a nossa pele fica morena, como te sentes no Inverno? O vento deixa-te chateado? Nesta oficina vamos associar as estações às nossas emoções: no Parque, mas também com cores e formas, no Museu e nas exposições; e acima de tudo, em nós mesmos! 
Orientação: Constança Amador
Local: Galerias do Museu e Parque

DONA ÁRVORE E SUAS FOLHAS
Cruzamo-nos todos os dias com as árvores na cidade ou perto de nossas casas, brincamos perto delas nos jardins e nos parques, descansamos debaixo das suas sombras, mas desconhecemos os nomes de muitas delas. 
De perto, as suas folhas ajudam-nos a reconhecê-las e permite-nos passar a identificá-las e a tratá-las pelo seu nome comum. E ao longe? Como as podemos reconhecer? É o que vamos descobrir.
Orientação: Alcide Gonçalves
Local: Parque e Sala de Formação do Parque

ABRIL

ABRAÇAR AS ÁRVORES
Abraçar as árvores, sentir texturas e cheiros, ouvir os sons dos pássaros e dos aviões no céu, respirar e dançar com as folhas no vento, desenhar texturas e linhas, descobrir os alfabetos das árvores, reconhecer memórias e estórias, distinguir formas e cores... No fim, transportar tudo para um livro coletivo. Será que cabe?
Orientação: C. Camargo - Oficinas de Artes
Local: Galerias do Museu e Parque

SUPER SOU EU
O nosso planeta tem olhos através de nós. Mas só quando reconhecemos os nossos super olhos é que a natureza vê mais, vê melhor – vê SUPER. É quando fechas os olhos que vês mais, porque entra em ação o SUPER olfato, que se junta ao SUPER tato e num SUPER momento somos OS SUPER SENTIDOS – porque sentimos. Estás a ouvir? Ouviste o mesmo que eu? É a chamada da natureza, é a chamada do SUPER SOU EU! É momento da transformação: é o teu som, o teu mantra, o teu SUPER a degustar o SUPER que é para nos ajudar aqui, neste nosso planeta que tem olhos através de nós – de ti – SUPER SOU EU.  
Orientação: Maria João Mata
Local: Sala de Formação do Parque

MAIO

ANIMAIS DA QUINTA
Como vivem os animais da Quinta? O que comem? Onde dormem? Têm sentimentos? O que nos podem dar? Para responder a estas perguntas iremos observar os animais de Serralves, conhecer os seus hábitos, suas características e o seu dia-a-dia, aprendendo a zelar pelo seu bem-estar.
Orientação: Catavento − Projetos Educativos 
Local: Sala de Formação e Estábulos

DESENHOS AO VENTO
Percorrendo os jardins de Serralves, observando a luz e as cores, escutando os sons e brincando com a natureza, vamos descobrir música e movimento no vento, explorar as linhas que ele traça, os ritmos, as sensações e as emoções com que nos toca. Depois, vamos transformar galhos espalhados pelo chão em lápis bailarinos e, com movimentos delicados, deixá-los desenhar, pintar e registar a música do ar em papel pousado na terra, nas pedras ou em pranchetas de cartão. 
Orientação: C. Camargo – Oficinas de Artes
Local: Parque

JUNHO

INSETÁRIO
Bichas cadela, escaravelhos, joaninhas ou pulgões, a confusão mistura-se com o entusiasmo pelo meio das lupas, dos tabuleiros e das pinças. Vem aprender como se capturam e como se constroem hotéis de insetos para abrigar estes pequenos animais nos canteiros, no jardim e na Horta.
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica
Local: Sala de Formação do Parque

O ENVELOPE MÁGICO E A LUPA DOS SENTIDOS
Empunhando uma "lupa” especial que amplifica os sentidos e aponta para várias direções, permitindo ver o que está escondido à nossa frente, vamos procurar e recolher bocadinhos de natureza que colocaremos, depois, dentro de um envelope mágico, onde tudo se transforma em surpreendentes esculturas táteis e visuais. Brincando ao faz-de-conta, assumindo papéis de exploradores curiosos, detetives atentos ou persistentes investigadores, os participantes descobrirão, afinal, que são artistas criativos e poderão desfrutar de momentos únicos que os jardins de Serralves proporcionam.
Orientação: C. Camargo – Oficinas de Artes
Local: Galerias do Museu e Parque

JULHO

MOLDAR PARA CONHECER
Num percurso pelos lugares e estórias de Serralves vamos usar o nosso corpo para melhor conhecer o que está à nossa volta: as pessoas, os espaços do museu, as obras do parque e das galerias. Com as mãos atentas e curiosas vamos experimentar volumes e texturas, modelar materiais e compor um painel de relevos, cores e aromas.
Orientação: Joana Nascimento, Sofia Santos
Local: Galerias do Museu e Parque

VIDA NA ÁGUA 
Os seres vivos aquáticos microscópicos (macroinvertebrados) são importantes indicadores biológicos da qualidade da água na Natureza. Recorrendo a frascos de recolha, guias de identificação, pipetas e lupas, vamos analisar a qualidade biológica dos lagos do Parque através do estudo da sua comunidade biótica.
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica
Local: Sala de Formação do Parque e Parque

EXPOSIÇÕES
O Museu de Serralves apresenta um programa diversificado de exposições. A visita orientada procura contextualizar as obras expostas, na perspetiva de provocar o diálogo e suscitar múltiplas interpretações.

PARQUE
O percurso no Parque de Serralves possibilita o reconhecimento do valor paisagístico, ecológico e estético de um lugar com características singulares, vocacionado para experiências e aprendizagens múltiplas.

VISITA-OFICINA ÀS EXPOSIÇÕES
A visita-oficina oferece a possibilidade de descoberta do património de Serralves, bem como das exposições patentes no Museu. São definidos percursos temáticos que conjugam a componente teórica e dialogante com a realização de pequenos momentos de experimentação nas galerias de exposição, com uma dinâmica de comunicação pensada para públicos com necessidades educativas especiais.

MARCAÇÕES
As atividades estão sujeitas a marcação prévia junto do Serviço Educativo, das 10h-13h/14h30-17h (exceto fim de semana e feriados): preencha aqui a ficha de pedido de marcação.

CONTACTOS
Cristina Lapa: ser.educativo@serralves.pt
Anabela Silva: a.silva@serralves.pt

Tel.(geral): 22 615 65 00
Tel: 22 615 65 46/19
Fax: 22 615 65 33/94


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