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Exposições
BIBLIOTECA NA BIBLIOTECA | AUTOEDIÇÃO NO PORTO, 1999–2019 DE 2019-03-21 a 2019-06-16
Exposição que reúne livros, revistas, fanzines, múltiplos e materiais gráficos (cartazes, folhetos, flyers) editados de forma independente no Porto entre 1999, ano de abertura do Museu de Arte Contemporânea de Serralves, e a...
BIBLIOTECA NA BIBLIOTECA | AUTOEDIÇÃO NO PORTO, 1999–2019
DE 2019-03-21 a 2019-06-16
![]() Exposição que reúne livros, revistas, fanzines, múltiplos e materiais gráficos (cartazes, folhetos, flyers) editados de forma independente no Porto entre 1999, ano de abertura do Museu de Arte Contemporânea de Serralves, e a atualidade. Além de refletir a vitalidade e diversidade dos muitos espaços artísticos independentes que funcionaram na cidade nos últimos 20 anos – uma parte dos materiais apresentados foi concebida para acompanhar, divulgar e em alguns casos para financiar a programação destes projetos –, "Biblioteca na Biblioteca” dedica-se, em grande medida, a apresentar objetos realizados noutras áreas, especialmente exploradas no Porto – banda desenhada, design, arquitetura e música, nomeadamente. Os materiais que constituem a mostra são, além de expostos, consultáveis pelo público. Espera-se que o diálogo com determinados colecionadores (que cederam parte dos seus espólios) que ajudou a definir a exposição possa ampliar-se durante o período em que esta estará aberta ao público, e que novos interlocutores possam contribuir com mais materiais para esta "Biblioteca na Biblioteca” em permanente expansão. Comissariado: Ricardo Nicolau, adjunto da direção artística do Museu de Serralves e Mário Moura, Professor de design gráfico na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto Actividades Relacionadas
ANTONI MUNTADAS NA CASA DE SERRALVES DE 2019-03-15 a 2019-07-10
"Intervenções: A propósito do público e do privado" é um projeto de Antoni Muntadas especificamente concebido e produzido para a Casa de Serralves em 1992. Constituído por 21 elementos em latão, cada um contendo a des...
ANTONI MUNTADAS NA CASA DE SERRALVES
DE 2019-03-15 a 2019-07-10
![]() "Intervenções: A propósito do público e do privado" é um projeto de Antoni Muntadas especificamente concebido e produzido para a Casa de Serralves em 1992. Constituído por 21 elementos em latão, cada um contendo a designação do correspondente espaço na Casa quando habitada e a fotografia da época (quando existente), o projeto representa uma das plataformas de pesquisa de eleição do artista. Sobre este seu projeto, Muntadas escreve na publicação editada por Serralves em 1992: "O projeto centra-se na observação e reflexão sobre o ‘privado’ e o ‘público’, as suas respetivas funções e o modo como um lugar privado se converte em lugar público e vice-versa. (...) É-me fácil perceber que muitas vezes o uso e a distribuição do espaço na esfera do ‘público’ recriam a organização hierárquica do ‘privado’. O ‘público’ e o ‘privado’ partilham estruturas de organização, poder e tomada de decisão aparentemente similares. A memória do ‘privado’ a partir da identificação de lugares ou espaços através de designações (textos/imagens) deverá constituir o ponto de partida para a reflexão sobre o uso e o consumo do ‘privado’ e do ‘público’ encarados numa perspetiva cultural (uma vez assumidas as perspetivas política e social).” Com o Projeto CEE, 1992, Muntadas procurou centrar a sua atenção na relação entre os símbolos culturais e a economia, questionando os objetivos e as proezas económicas da Comunidade Europeia. O futuro cultural de uma Europa unida, apresentado sob a forma de um tapete com 6 x 4 metros, mostra a bandeira europeia, com a representação da moeda de cada Estado-membro em cada uma das doze estrelas. Nesse ano, várias cópias do tapete foram exibidas noutros espaços públicos de cidades europeias, como Bruxelas, Dublin, Londres, Madrid, Montpellier, para além do Porto.
SUSAN HILLER - COLEÇÃO DE SERRALVES DE 2019-03-01 a 2019-06-30
A obra de Susan Hiller (Tallahassee, Florida, EUA, 1949–2019, Londres) foi objeto de uma exposição monográfica em Serralves, em 2005, que traduziu a importância histórica do seu trabalho iniciado na década de 1970, a...
SUSAN HILLER - COLEÇÃO DE SERRALVES
DE 2019-03-01 a 2019-06-30
![]() A obra de Susan Hiller (Tallahassee, Florida, EUA, 1949–2019, Londres) foi objeto de uma exposição monográfica em Serralves, em 2005, que traduziu a importância histórica do seu trabalho iniciado na década de 1970, a par das suas pesquisas mais recentes no domínio do vídeo, do som e da ficção. Na sua prática, a artista conseguiu aliar a herança da arte conceptual e sistemas de conhecimento e cosmogonias alternativos (rituais místicos, fenómenos paranormais e forças sobrenaturais). Em 2013, a Fundação de Serralves integrou na sua coleção uma das obras mais impactantes da artista. A instalação interativa de Susan Hiller Die Gedanken sind frei [Os pensamentos são livres], de 2012, foi originalmente apresentada na Documenta 13 desse ano. A partir de uma jukebox, o público pode escolher ouvir, sentado em bancos desenhados pela artista e na ordem que entender, 100 canções de teor político colecionadas por Susan Hiller. As músicas são originárias de várias geografias e de culturas muito diversas, desde a Guerra dos camponeses na Alemanha de 1524–25 até à Primavera Árabe de 2011. As letras das canções podem ser encontradas nas paredes que rodeiam a jukebox e também é disponibilizado ao público um livro "cancioneiro” que compila letras de músicas, textos e imagens selecionados pela artista. Col. Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto. Doação da artista em 2013
JOANA VASCONCELOS - I'M YOUR MIRROR DE 2019-02-19 a 2019-06-24
Esta exposição reúne mais de 30 peças, datadas de 1997 até à atualidade, cobrindo duas décadas de prática artística e analisando o seu desenvolvimento como artista. Inclui muitas das suas obras mais conhecidas...
JOANA VASCONCELOS - I'M YOUR MIRROR
DE 2019-02-19 a 2019-06-24
![]() Esta exposição reúne mais de 30 peças, datadas de 1997 até à atualidade, cobrindo duas décadas de prática artística e analisando o seu desenvolvimento como artista. Inclui muitas das suas obras mais conhecidas, como a Cama Valium (1998), A noiva (2001–05), Burka (2002), Coração independente vermelho (2005), Marilyn (2011) e Lilicoptère (2012), assim como novos trabalhos criados para esta mostra, como Finisterra, I’ll Be Your Mirror ou Solitário (todos de 2018). A exposição estende-se até aos jardins do Parque de Serralves através de monumentais esculturas de exterior. Joana Vasconcelos: I’m Your Mirror é organizada pelo Museo Guggenheim Bilbao, em parceria com o Museu de Arte Contemporânea de Serralves e a Kunsthall Rotterdam, Roterdão, e é comissariada por Enrique Juncosa. ![]() Joana Vasconcelos (Paris, 1971) é uma das artistas mais conhecidas da sua geração. Estudou em Lisboa e começou a expor nos anos 1990, mas foi apenas após a sua participação na Bienal de Veneza de 2005 — onde apresentou A noiva (2001-05), um gigantesco candelabro feito com tampões — que alcançou um amplo reconhecimento internacional. A noiva (2001-05) foi instalado na primeira sala da exposição principal da Bienal de Veneza, rodeado de trabalhos do grupo The Guerrilla Girls, criando de imediato um enorme burburinho e sendo classificado como uma das obras a não perder esse ano. Desde então, e ao longo dos últimos 14 anos, as obras de Vasconcelos têm sido alvo de numerosas apresentações, obtendo o apreço tanto do público como da crítica. Os seus projetos recentes incluem: uma exposição no Palácio de Versalhes em 2012, que atingiu os 1.800.000 visitantes; o seu projeto para o Pavilhão de Portugal na Bienal de Veneza de 2013 — Trafaria Praia, um cacilheiro que percorreu vários locais nos canais da cidade; ou uma exposição antológica no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, também em 2013. Ao longo deste período, Vasconcelos desenvolveu também um grande número de projetos públicos de escultura em diferentes partes do mundo. Joana Vasconcelos usa diversos materiais da vida quotidiana na elaboração das suas obras, incluindo eletrodomésticos, azulejos, materiais têxteis, cerâmicas populares, mobiliário, garrafas, medicamentos ou talheres de plástico. Partindo destes materiais constrói obras surpreendentes, carregadas de significado, que exploram temas que vão de questões de identidade (indivíduo, mulher, nacional ou europeu) a temas políticos que se centram nas sociedades globalizadas pós-coloniais. O seu trabalho também recorre ao humor e às emoções, simultaneamente convocando a participação e a interpretação do espectador. A obra de Vasconcelos mistura ideias da cultura popular e erudita, clichés nacionais, técnicas de manipulação que incentivam o consumismo e um entendimento muito eficaz do espaço arquitetónico para nos convidar a repensar muito do que tomamos por certo no nosso dia a dia. A artista tanto recorre a técnicas artesanais tradicionais como a tecnologia de ponta para elaborar trabalhos que constituem situações sincréticas de densidade histórica e cultural — como uma visualização tridimensional de uma epopeia multicultural. Enrique Juncosa (Palma de Maiorca, 1961) é escritor e curador. Foi Diretor do Museu Irlandês de Arte Moderna em Dublin, de 2003 a 2012, emprego pelo qual lhe foi atribuída a Orden del Mérito Civil pelo Governo Espanhol. Anteriormente, tinha sido Diretor do Museu Rainha Sofia, em Madrid, e também do Instituto Valenciano de Arte Moderna (IVAM) em Valencia, Espanha. Enrique Juncosa já fez a curadoria de mais de 60 exposições em diferentes museus, incluindo a Whitechapel Art Gallery e Tate Britain, ambos em Londres. O Hamburguer Banhoff, Berlim; MAXXI, Roma; Musée des Beaux Arts, Nantes; Kunsthalle Bielefeld; SMAK, Gent; Astrup Fearnley Museet vor Moderne Kunst, Oslo; Guggenheim Museum, Bilbao; The Gulbenkian Foundation, Lisboa; MACBA, Barcelona; Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro; e o Pavilhão Espanhol na Bienal de Veneza. Juncosa está, neste momento, a preparar uma retrospetiva de Miquel Barceló para o Museu Nacional em Osaka. Publicou mais de sete coleções de poesia e um livro de short stories. Escreveu ainda vários ensaios sobre Arte Contemporânea, alguns dos quais compilados no The Irish Years (Dublin, 2013). Actividades Relacionadas
INAUGURAÇÃO 18 FEV (SEG) | 22H
Cocktail de inauguração, com presença de DJ. Bebidas oferecidas pela Sogrape e Super Bock Group.
PENSAMENTO
23 FEV (SÁB), 15H30 | Visita Orientada à exposição em LGP por Laredo, Associação Cultural 10 MAR (DOM), 12H00 | Visita Orientada à exposição por José Costa 23 MAR (SÁB), 17H00 | Um Olhar Para a Arte Contemporânea com Joana Vasconcelos, artista, Petra Joos, curadora no Guggenheim Bilbao e Isabel Pires de Lima, professora catedrática 31 MAR (DOM), 12H00 | Visita Orientada à exposição por Rita Faustino 28 ABR (DOM), 12H00 | Visita Orientada à exposição por José Costa 10 MAI (SEX), 18H30 | Conversa com a Artista Conversa sobre "A Máscara na Arte" com Joana Vasconcelos, artista, e Alain Grouette, terapeuta e naturopata 11 MAI (SÁB), 15H30 | Visita Orientada à exposição em LGP por Laredo, Associação Cultural 26 MAI (DOM), 12H00 | Visita Orientada à exposição por Rita Faustino 09 JUN (DOM), 12H00 | Um Olhar Para a Arte Contemporânea com Joana Vasconcelos, artista, Miguel Amado, diretor do Cork Printmakers e Natasha Howes, curadora na Manchester Art Gallery 15 JUN (SÁB), 17H00 | Percurso para Famílias por José Costa 16 JUN (DOM), 12H00 | Visita Orientada à exposição por Rita Faustino
OFICINAS
22 MAR (SEX) Oficina para professores e educadores com Joana Vasconcelos, artista
PROJETOS CONTEMPORÂNEOS: HORÁCIO FRUTUOSO DE 2019-02-15 a 2019-05-05
"Clube de Poesia” é a primeira exposição individual de Horácio Frutuoso (Póvoa de Varzim, 1991) numa instituição museológica. Este título pode relacionar-se diretamente com duas das especificidades que singulariza...
PROJETOS CONTEMPORÂNEOS: HORÁCIO FRUTUOSO
DE 2019-02-15 a 2019-05-05
![]() "Clube de Poesia” é a primeira exposição individual de Horácio Frutuoso (Póvoa de Varzim, 1991) numa instituição museológica. Este título pode relacionar-se diretamente com duas das especificidades que singularizam a sua prática artística: a atenção à linguagem — a presença de frases escritas sobre paredes e chão de galerias, uma espacialização daquilo que historicamente se designou como poesia visual, ocupa um lugar destacado no seu percurso expositivo — e uma constante criação de sinapses, de associações. A relação mais evidente nesta mostra é desde logo entre meios: a pintura e a escrita sobre paredes — e a escrita nas próprias pinturas — confundem-se e desestabilizam todas as hierarquias entre visualidade e leitura, com as frases a ocuparem de certa forma o lugar das tabelas que tradicionalmente acompanham pinturas, e que frequentemente fornecem elementos — títulos, nomeadamente — que permitem aos espectadores partirem para determinadas interpretações. Por outro lado, também a iconografia representada remete para a ideia de assembleia, de clube, até de sociedade secreta. Destaque-se, por exemplo, a presença de riscas horizontais brancas e negras — que pode remeter para a sinalização de malfeitores punidos pela justiça (pelo menos de desviados) — em t-shirts simplesmente dobradas, pousadas ou envergadas por um indivíduo mascarado e pelo personagem famoso (nem sempre pelos melhores motivos) Kanye West; além destas figuras podemos ver na exposição retratos de alguns dos amigos mais próximos do artista, potenciais membros de um determinado mas inominável clube. Assinalável é o facto de algumas pinturas declararem premeditadamente serem cópias de cópias, reproduzindo, por exemplo, além de determinadas imagens as páginas dos cadernos onde estas foram guardadas pelo artista. A solenidade retirada à pintura — meio ao qual o artista não atribui mais importância do que à escrita que frequentemente a cobre, pelo menos parcelarmente — é reforçada pelo tipo de linguagem utilizada pelo artista nas próprias telas e nas paredes, entre o registo eminentemente pessoal, diarístico (despudoramente confessional, em certos casos), que denuncia simultaneamente a permeabilidade em relação à chamada cultura popular (música e cinema de massas) e uma utilização sofisticada, literária, de diversas figuras de estilo (aliteração, sinopsia, onomatopeia, sinédoque). Outras vezes, o artista recorre simplesmente à repetição que na música se traduz em refrães ou em ritmos sincopados que nos convidam a juntarmo-nos na pista de dança. A escrita de Horácio Frutuoso é portátil, é uma forma de capturar aquilo que, exatamente como a dança, é fugidio, evanescente, que está prestes a desaparecer: um sonho, uma ideia, uma estranha relação entre duas coisas. Responde à urgência. É um meio leve, fácil de transportar. Como tudo na prática artística de Frutuoso, parece periférico, mas pode tornar-se central. O contrário também se aplica. Exposição comissariada por Ricardo Nicolau, adjunto da Direção do Museu de Serralves. Mecenas da Exposição
![]() Actividades Relacionadas
PENSAMENTO
23 FEV (SÁB), 17H | Conversa com o artista e com o comissário da exposição por Joana Mendonça
TACITA DEAN DE 2019-01-29 a 2019-05-05
"Ao fazer imagens como um jogador de luz, tenho de reconhecerque a minha preferência pelo filme está ligada à cegueirade que este necessita para que eu possa ver."Tacita Dean, 2018A reconhecida artista britânica-europeia Tacit...
TACITA DEAN
DE 2019-01-29 a 2019-05-05
![]() "Ao fazer imagens como um jogador de luz, tenho de reconhecer que a minha preferência pelo filme está ligada à cegueira de que este necessita para que eu possa ver." Tacita Dean, 2018 A reconhecida artista britânica-europeia Tacita Dean está ligada à história de Serralves e à sua programação desde a sua exposição individual em 2002. Inspirada pelo Museu, em 2003 filmou Boots na Casa de Serralves, filme posteriormente adquirido para a Coleção de Serralves.A mostra atual constitui uma estimulante oportunidade de projetar Boots em conjunto com o seu novo e ambicioso projeto Antigone [Antígona, 2018], estreado no ano passado na sua trilogia de exposições simultâneas que teve lugar em Londres, na Royal Academy of Arts, na National Gallery e na National Portrait Gallery. Antigone é um projeto iniciado há vários anos cujas ideias centrais têm sido abordadas noutros trabalhos das últimas três décadas, muito particularmente em Boots. Antigone, uma dupla projeção de 35mm com uma hora de duração, constitui uma exploração épica do nome da irmã da artista, Antigone, protagonizada pela poeta e dramaturga Anne Carson e pelo ator Stephen Dillane. Este díptico fílmico evoca a figura homónima mitológica Antígona e o seu pai cego e coxo, Édipo, e a ideia da jornada de ambos através regiões inóspitas que decorre entre as duas peças de Sófocles, Édipo Rei e Édipo em Colono. Esta importante apresentação reúne ainda outras obras anteriores da artista — que acompanham a trajetória do pensamento relacionado com Antigone desde 1991 — e inclui dois dos seus mais recentes desenhos de grande formato sobre tinta de ardósia, assim como uma fotogravura constituída por vários elementos pertencente à Coleção de Serralves. Conceito: Tacita Dean e Marta Moreira de Almeida Nota: Informamos que na manhã do dia 11 de fevereiro o corredor de circulação na exposição de Tacita Dean se encontra encerrado ao público. Actividades Relacionadas
PENSAMENTO
02 FEV (SÁB), 15H30 | VISITA ORIENTADA À EXPOSIÇÃO EM LGP por Laredo, Associação Cultural 03 FEV (DOM), 12H | VISITA ORIENTADA À EXPOSIÇÃO por Patrícia do Vale 30 MAR (SÁB), 17H | UM OLHAR PARA A ARTE CONTEMPORÂNEA por Margarida Mendes 06 ABR (SÁB), 17H | UM OLHAR PARA A ARTE CONTEMPORÂNEA por Nuno Carinhas
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