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Itinerâncias Nacionais
Numa visita ao Parque de Serralves, somos naturalmente confrontados com a mestria e a beleza do seu desenho, o seu valor histórico, a sua diversidade de cores, aromas, formas e texturas, a sua fauna e a sua flora. No entanto, há...
O PARQUE EM MACRO II
DE 2019-03-19 a 2019-08-31

Numa visita ao Parque de Serralves, somos naturalmente confrontados com a mestria e a beleza do seu desenho, o seu valor histórico, a sua diversidade de cores, aromas, formas e texturas, a sua fauna e a sua flora. No entanto, há muito mais para admirar para além do que naturalmente se consegue observar a olho nu, e que a exposição "O Parque em Macro II” permite, novamente, descobrir . A macrofotografia, que tem o propósito de captar detalhes de pequenos objetos ou de pequenos seres vivos, muitas vezes invisíveis à vista desarmada, é a técnica utilizada para esta mostra de imagens em grande formato. A fauna e a flora do Parque são evidenciadas num universo imenso e pouco explorado, causando a admiração e o deslumbre por este outro mundo escondido, misterioso e fascinante que também nos rodeia. O Parque de Serralves, classificado como Monumento Nacional desde 2012, e, reconhecido na publicação The Gardener’s Garden, da editora Phaidon, como um dos 250 jardins mais notáveis do mundo, oferece com estas fotografias um motivo adicional para uma fruição prolongada dos seus espaços singulares.
Fotografia: Filipe Braga Texto: João Almeida, Rubim de Almeida, Ricardo Castilho, José Manuel Grosso-Silva, Joana Marques, Ana Oliveira, Raquel Ribeiro, Pedro Sousa, Sofia Viegas
- LocalParqueTejo, Abrantes
- Dias19-03-2019 - 31-08-2019
Álvaro Lapa, Anna JOTTA, Ângelo de Sousa , António Palolo, António Sena, Eduardo Batarda, Emília Nadal, Fernando Lanhas, João Vieira , Joaquim Rodrigo, Jorge Martins, Jorge Pinheiro, José Loureiro, José Pedro C...
CORPO, ABSTRAÇÃO E LINGUAGEM NA ARTE PORTUGUESA: OBRAS EM DEPÓSITO DA SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA NA COLEÇÃO DE SERRALVES
DE 2019-01-23 a 2019-03-24

Álvaro Lapa, Anna JOTTA, Ângelo de Sousa , António Palolo, António Sena, Eduardo Batarda, Emília Nadal, Fernando Lanhas, João Vieira , Joaquim Rodrigo, Jorge Martins, Jorge Pinheiro, José Loureiro, José Pedro Croft, Julião Sarmento, Júlio Pomar, Nikias Skapinakis, Paula Rego e Rui Sanches.
A presente exposição apresenta um conjunto de obras provenientes da Secretaria de Estado da Cultura (SEC) em depósito no Museu de Arte Contemporânea de Serralves desde a criação da Fundação de Serralves e demonstra a importância que a pintura e a escultura tiveram ao longo das décadas de 1960-80 na renovação das linguagens artísticas em Portugal. As obras escolhidas atestam os diversos níveis de diálogo e confluência formais que os artistas portugueses souberam estabelecer entre si e com o contexto internacional a partir do pós-guerra. O acervo proveniente da SEC foi um dos primeiros a integrar a Coleção de Serralves cimentando uma presença dos artistas portugueses e orientando futuros reforços de obras dos mesmos artistas, com bases para a consolidação do âmbito cronológico na contemporaneidade e nos diversos eixos temáticos a ela associados. Esta iniciativa integra-se num programa de exposições e apresentação de obras da Coleção de Serralves especificamente selecionadas para os locais de exposição com o objetivo de tornar o acervo acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país.
Produção: Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto.
Imagem: João Vieira, Sem título (La Chair est Triste) (detalhe),1966. Col. Secretaria de Estado da Cultura, em depósito na Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto. Fotografia: Angel Ordiales, © Fundação de Serralves, Porto.
- LocalFórum Arte Braga
- Dias23-01-2019 - 24-03-2019
O caráter manual, premeditadamente mal feito e mal acabado de algumas obras de Ana Jotta (Lisboa, 1946) pode ser entendido como uma crítica à eficiência e ao profissionalismo de que todas as atividades (incluindo as artística...
DA COLEÇÃO DE SERRALVES NO ROSSIO: ANA JOTTA
DE 2018-12-20 a 2019-06-20

O caráter manual, premeditadamente mal feito e mal acabado de algumas obras de Ana Jotta (Lisboa, 1946) pode ser entendido como uma crítica à eficiência e ao profissionalismo de que todas as atividades (incluindo as artísticas) parecem estar hoje reféns. Defendendo ser o artista um "transformador” de objetos do quotidiano — aqueles que todos vemos mas que só alguns reconhecem como bizarros, intrigantes —, Jotta assume-se como uma copista e uma acumuladora de objetos, imagens e palavras, de que se apropria despudoradamente e que utiliza com e sem transformações: tudo é digerido, descontextualizado e transformado na sua própria arte.
Em Joana, Ana Jotta apropria-se de materiais existentes, descartados e pobres (rodas de bicicleta e garrafas de vinho), para fazer uma paródia a um dos maiores símbolos de luxo e de poder — o candelabro, omnipresente em palácios e outras tipologias arquitetónicas ligadas ao poder político e financeiro. Ao mesmo tempo, este trabalho relaciona-se diretamente com duas das obras que mais imediatamente ilustram a vanguarda artística — a roda de bicicleta 1914 e o célebre secador de garrafas de Marcel Duchamp, de 1917.
Esta iniciativa resulta de uma parceria da Fundação de Serralves com a Infraestruturas de Portugal, entidade gestora da Estação do Rossio.
- LocalEstação do Rossio, Lisboa
- Dias20-12-2018 - 20-06-2019
Largo Cónego José Maria GomesHorário: dias úteis, das 9 às 19h00Imagem: Filipe Braga, © Fundação de Serralves, Porto. ...
Cabrita Reis, Zulmiro de Carvalho e Rui Chafes Esculturas da Coleção de Serralves em Guimarães
DE 2018-12-08 a 2019-03-31
Largo Cónego José Maria Gomes Horário: dias úteis, das 9 às 19h00
Imagem: Filipe Braga, © Fundação de Serralves, Porto.
- LocalClaustros da Câmara da Guimarães
- Dias08-12-2018 - 31-03-2019
Alberto Carneiro, Alicia Framis, Ana Jotta, Blinky Palermo, Dimitrije Basicevic Mangelos, Gabriel Orozco, Gabriela Albergaria, Giovanni Anselmo, Helena Almeida, James Lee Byars, João Queiroz, Joaquim Bravo, Joel Fisher, Jos&eacut...
MESA DOS SONHOS: DUAS COLEÇÕES DE ARTE CONTEMPORÂNEA
DE 2018-10-23 a 2019-03-31

Alberto Carneiro, Alicia Framis, Ana Jotta, Blinky Palermo, Dimitrije Basicevic Mangelos, Gabriel Orozco, Gabriela Albergaria, Giovanni Anselmo, Helena Almeida, James Lee Byars, João Queiroz, Joaquim Bravo, Joel Fisher, José Pedro Croft, Julião Sarmento, Leonor Antunes, Luísa Correia Pereira, Marcelo Cidade, Pedro Cabrita Reis, Pedro Portugal, Silvia Bächli
"Mesa dos sonhos: Duas coleções de arte contemporânea” reúne cerca de 30 obras da Coleção de Serralves e da Coleção da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD), em depósito na Fundação de Serralves. A exposição resgata para o seu título um poema de Alexandre O’Neill, reconhecido poeta e artista visual, e parte da mesa enquanto metáfora e realidade vivida — um lugar de encontro, de confronto, de comunhão, de deriva, e um espaço social, seja na intimidade da casa ou num espaço aberto e partilhado como o espaço público. "Mesa dos sonhos” não pretende fixar-se num único meio de expressão artística, mas estabelecer diálogos e confrontos entre diferentes modos de produção e de pensamento. Através do diálogo entre as duas coleções, o espectador é convocado para uma pluralidade de universos e de questões estéticas, políticas e poéticas. Embora as duas coleções tenham perfis e dimensões diferentes, aproximam-se e complementam-se exemplarmente: a Coleção da FLAD tem um acervo de desenho considerável de artistas portugueses, que a Coleção de Serralves, muito rica no mesmo período (anos 1960–2000), vem contextualizar internacionalmente. "Mesa dos sonhos: Duas coleções de arte contemporânea” integra-se num programa de exposições e apresentação de obras da Coleção de Serralves especificamente selecionadas para os locais de exposição com o objetivo de tornar o acervo acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país.
Produção: Fundação de Serralves — Museu de Arte Contemporânea, Porto Curadoria: João Silvério
- LocalCentro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco
- Dias23-10-2018 - 31-03-2019
IMAGENS DO DOMÉSTICO E DO URBANO NA COLEÇÃO DE SERRALVESComo resultado da parceria estabelecida entre a Fundação de Serralves e o Município de Vila Nova de Famalicão, a Casa do Território receberá em Outubro próxim...
DA COLEÇÃO EM FAMALICÃO: A MINHA CASA É A TUA CASA
DE 2018-10-01 a 2019-06-02

IMAGENS DO DOMÉSTICO E DO URBANO NA COLEÇÃO DE SERRALVES
Como resultado da parceria estabelecida entre a Fundação de Serralves e o Município de Vila Nova de Famalicão, a Casa do Território receberá em Outubro próximo, no âmbito da sua programação, a exposição A Minha Casa é a Tua Casa, Imagens do Doméstico e do Urbano na Coleção de Serralves. É, de facto, muito considerável a quantidade de artistas para quem a casa é tema e pretexto. Os artistas e as obras presentes nesta exposição colocam o doméstico e o quotidiano no centro das suas preocupações, propondo diferentes interpretações daquilo que se entende por casa. Independentemente do ângulo adotado, a casa parece sempre encetar um jogo subtil entre o privado e o público.
Anunciando a exposição, é apresentada a partir de 04 de junho, no jardim da Casa do Território, a escultura Sem Título, 1990, de José Pedro Croft.
Na obra, o artista usa uma técnica tradicional da escultura, a modelação em gesso e posterior passagem a bronze, para realizar uma escultura que alude ao espaço doméstico e às experiências do quotidiano. Neste caso, um segmento de cone evoca um alguidar. As formas da obra, bem como a pintura branca que reveste o bronze, estabelecem uma ponte entre a simplicidade dos objetos domésticos e a grandiloquência dos sólidos geométricos, que torna impossível o uso dos objetos devido ao seu peso.
Na exposição serão apresentadas obras de: Filipa César, Pedro Cabrita Reis, Gil Heitor Cortesão, José Pedro Croft, Ângela Ferreira, Fernanda Fragateiro, Gordon Matta-Clark, Juan Muñoz, Bruce Nauman, Luís Palma, Martha Rosler, Ana Vieira.
Produção: Museu de Arte Contemporânea — Fundação de Serralves, Porto
- LocalCasa do Território, Famalicão
- Dias01-10-2018 - 02-06-2019
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